rap pernambucano valoriza sotaque e busca mais espaço na capital


quebradasO “bagulho” aqui é outro. É a essa sentença que Victor D’C, rapper pernambucano forjado pelo manguebeat local e pelo hip hop, reduz as comparações entre o gênero popularizado no fim do século 20 nas comunidades negras dos Estados Unidos e os versos criados por ele na periferia de Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. O bagulho é outro também para Mariana Oliveira, a MJ, rapper em atividade há doze anos no estado, expoente da luta por mais espaço para mulheres engajadas no gênero – inferior, hoje, ao ocupado por homens.

Por DP

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